domingo, 18 de março de 2012

[POEMA] Quase um soneto de lástima

Quando quebrar-se a consciência
Elo entre alma e corpo
Não tornarás, ó lindo tempo,
A atormentar-me a vivência?


E se a vida me deixar agora
Quem chorará, deitado a um canto?
Quem, por mim, derramará seu pranto,
Lembrando-se daquela que foi embora?


Ó, mal amado, não chora por mim
Poupa-me da cruel piedade
E de tuas lágrimas rubras de rubis.


Mesmo que venha, um dia, a saudade,
Lembrarás daquele tempo, a ingenuidade
Quando duvidavas que chegasse o fim.

*Mais uma do produtivo e saudoso ano 2000.


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Carol R. disse...
Você escreve bem demaiis :)

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