Elo entre alma e corpo
Não tornarás, ó lindo tempo,
A atormentar-me a vivência?
E se a vida me deixar agora
Quem chorará, deitado a um canto?
Quem, por mim, derramará seu pranto,
Lembrando-se daquela que foi embora?
Ó, mal amado, não chora por mim
Poupa-me da cruel piedade
E de tuas lágrimas rubras de rubis.
Mesmo que venha, um dia, a saudade,
Lembrarás daquele tempo, a ingenuidade
Quando duvidavas que chegasse o fim.
*Mais uma do produtivo e saudoso ano 2000.
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Você escreve bem demaiis :)
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