Único sopro morno naquela terra morta
Teria lutado mais um pouco - quanto mais, não importa,
Desde que eternizado aquele brilho.
Pudesse torná-lo imperecível, não vê-lo cair no Ocaso,
Teria partilhado ares, trocado vidas, dividido espaços,
E mais uns sapos engolido.
Até aceitaria vê-lo em outros braços.
Sapos ainda são ditos.
Os espaços, quase completos.
Vidas seguiram e a terra parece mais viva.
Trocaria de lugar por vê-lo aqui.
E muito mais faria, só por não ter de ver fechados
Os olhos castanhos mais lindos que já vi.
Comentários Anteriores
Aione Simões disse...
Que poema lindo, This!
Adoro suas poesias!
Tão apaixonadas!
Beijos! 20 de outubro de 2011 17:26
HONORATO,Sandro. disse...
Ola´*--*
Adorei o post.
Adoro poesias e vejo que você tem talento :)
Beijos 20 de outubro de 2011 18:49
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