Turbulência, ventania
E um clarão fulminante cegou milhares
De repente, o dia fez-se noite
E o céu chorou carbono
Sentiram-se as carnes fervilharem
Corpos retalhados a calor
Quiseram água, a aliviar o fervor
Mas ao contato com o corpo fervente
O líquido frio, o choque
Fez desfalecerem
Nossos filhos queimados
Nossas mãos queimadas
Nossas vidas em combustão
Por culpa da guerra
Pelas mãos de quem não tem alma,
Mas o prazer de tirar as alheias
Tudo pelo capitalismo!
Tudo pelo poder!
Tudo por vencer!
“Matamos mas fazemos”.
Idiotas sedentos.
E um clarão fulminante cegou milhares
De repente, o dia fez-se noite
E o céu chorou carbono
Sentiram-se as carnes fervilharem
Corpos retalhados a calor
Quiseram água, a aliviar o fervor
Mas ao contato com o corpo fervente
O líquido frio, o choque
Fez desfalecerem
Nossos filhos queimados
Nossas mãos queimadas
Nossas vidas em combustão
Por culpa da guerra
Pelas mãos de quem não tem alma,
Mas o prazer de tirar as alheias
Tudo pelo capitalismo!
Tudo pelo poder!
Tudo por vencer!
“Matamos mas fazemos”.
Idiotas sedentos.
* Este também foi dos idos de 2000, da minha fase adolescente e amplamente produtiva.
Comentários Anteriores...
Raphaela disse...
É de sua autoria?!
Gostei :D
Beijos
Rapha - Doce Encanto. 24 de março de 2011 14:28
Laerte disse...
Muito bom This! A adolescência nos traz inspirações múltiplas, também tenho saudade dessa época produtiva! Até mais This e desculpa pela ausência, muito trabalho. Beijus!
Laerte Lopes - Blog Medo 24 de março de 2011 15:01
Muito bom This! A adolescência nos traz inspirações múltiplas, também tenho saudade dessa época produtiva! Até mais This e desculpa pela ausência, muito trabalho. Beijus!
Laerte Lopes - Blog Medo 24 de março de 2011 15:01
Celly Monteiro disse...
pelo tema do poema dar para perceber que adolescente tu foste. Muito bom, bem forte e de palavras bem escolhidas, me fez lembrar a música-poema "Rosa de Hiroshima". ;) 30 de março de 2011 21:19
pelo tema do poema dar para perceber que adolescente tu foste. Muito bom, bem forte e de palavras bem escolhidas, me fez lembrar a música-poema "Rosa de Hiroshima". ;) 30 de março de 2011 21:19
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