E eu aqui,
Sentada no velho banco de pedra
Anda espero
Que os olhos venham a mim
Que o sorriso eu torne a ver
Que o perfume me torne a envolver
Nada valem os bens do mundo
Todas as pedras, flores e folhas
Cada gota d’água sem ter como partilhar
Dá-me serenidade para esperar
Coragem para falar,
Olhos para escutar, saber, sentir,
Olhos que doem abertos
Ao verem o que não querem
Em que espelho perdi minha alma?Porque não tenho a minha força como antes?
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