sábado, 2 de junho de 2012

[POEMA] Banco de Pedra I

Por que triste, menino tolo?
Isso não é para ti,
No bosque desses olhos
Não se caça sofreguidão
Um rosto feito para sorrir


Qual é a do meio sorriso?
Ciência que desentendo e vivo
E que me serve de mergulho
No vento e no frio.


A beleza de um sol poente
Lembra que tudo é renovado
Que vai o escuro e vem o brilho de um rei
E até a noite mais escura
Forja o brilho das estrelas


Navego num sonho sem rumo
Sonho ingênuo, viramundo
Exagerado, vagabundo
Que se recusa a voltar atrás.


Aqui fica a tua pequena,
Rosto alegre, coração triste,
Procurando uma força que já não existe
Ou que não cabe em mim.


Mais uma vez no banco de pedra
Desejando que onde quer que esteja
Amor te abençoe e proteja
E nunca morra o teu sorrir.

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