domingo, 9 de setembro de 2012

[Poema] Soneto sem Eira

Do fim de um oceano,
Um confuso entre nervos e calmo
Emerge, trazendo no semblante, pálida,
A dor causada pelo desengano.


Descobriu entre luz e espádua
Sua insignificância perante Deus
Que tudo pode e, aos filhos seus,
Deu obra plena e inacabada.


Inteligência, de que tanto se vangloriam
Meros homens, sedentos de tanto
Mal sabem como se prejudicam


Pelo poder, a verdade negligenciam
Matam irmãos por um dinheiro insano
E a decência, por burrice, repudiam.


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Wau, olha só This de Camões! Está perfeito this!!!!!

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